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Sobrevivência Jornalística em Áreas de
Conflitos Hostis, Armados e de Guerra
Módulos, Ementa e
Disciplinas:
1. GEOGRAFIA DO CONFLITO
1.1. PARA ONDE VOU?
1.2. ARRUMANDO A MALA;
1.3. LOGÍSTICA DE FUGA.
O aluno deve conhecer a área hostil, Deve saber onde vai trabalhar e
aprender a localizar-se no ambiente que está inserido. Deve ter noções
básicas de como fazer uso de uma grande gama de acessórios, equipamentos e
materiais associados a saberes fundamentais para a sobrevivência como, por
exemplo, ver um mapa ou uma carta náutica. Além disto, é fundamental
entender como chegou onde está e de que forma pode voltar para a casa. O
aluno vai aprender a identificar limites naturais, posicionar seus pontos de
fuga e interagir com a região para aumentar sua segurança e salvaguardar a
sua vida.
2. SETORIZAÇÃO DO CONFLITO – ÁREA DE MORTE, ÁREA DE ACIDENTE, ÁREA DE
VIDA
2.1. MAPEAMENTO ESTRATÉGICO OPERACIONAL – MEO;
A área onde o jornalista pretende trabalhar deve ser mapeada destacando as
áreas onde existem potenciais chances de perda de vida, elevada
possibilidade de acidente assim como garantia de preservação e salvaguarda
de sua vida. O aluno vai aprender a identificar os pontos de maior risco e
crise assim como os melhores abrigos seguros.
3. RECONHECENDO UNIFORMES E PATENTES
Fator decisivo a identificação visual é ímpar para a correta comunicação e
também para preservar a atividade jornalística na área hostil. O jornalista
deve reconhecer o uso da identificação visual falsa assim como o manuseio e
uso de espórios de guerra pelo inimigo o que pode gerar erro de comunicação
e ameaça para o trabalho e para vidas humanas. Vai também aprender a se
identificar e comunicar-se com policiais, militares e demais forças amigas.
4. O TRABALHO JORNALÍSTICO EM ÁREA HOSTIL
4.1. Sinais de Mãos;
4.2. Código Fonético Internacional;
4.3. Rádio Comunicação.
Destaca que a vida do profissional é fator principal que o profissional deve
manter diante de qualquer trabalho. O aluno vai aprender que primeiramente a
integridade física e a vida dos envolvidos devem ser conquistadas e mantidas
antes de iniciar qualquer trabalho.
5. ACESSÓRIOS, EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PARA A SOBREVIVÊNCIA
5.1. O que usar?
5.2. Uso coletes balísticos;
5.3. Calçados;
5.4. Seleção de acessórios, equipamentos e materiais de campo;
5.5. Sistema de Posicionamento Global;
5.6. Bússola, curvímetro e pedômetro;
5.7. Formas de energia alternativa para carregamento de aparelhos
eletroeletrônicos.
6. ARMAS
6.1. História das armas;
6.2. Evolução;
6.3. Classificação;
6.4. Principais fabricantes;
6.5. Principais tipos usados em áreas hostis, de conflito e de guerra;
6.6. Regras de segurança;
6.7. Como agir diante de uma mira.
7. CALIBRES
7.1. Definição;
7.2. Nomenclatura dos calibres de armas ligeiras;
7.3. Calibres de armas de cano de alma lisa;
7.4. Calibres de armas longas de cano estriado;
7.5. Calibres de pistolas e revolveres;
7.6. Exemplos de calibres de armas ligeiras;
7.7. Calibres de armas de cano de alma raiada;
7.8. Calibres de armas de cano de alma lisa;
7.9. Calibres de pistolas e revolveres;
7.10. Calibres de armas pesadas;
7.11. Exemplos de calibres de armas pesadas;
7.12. Exemplos de calibres atuais de armas pesadas.
8. BALÍSTICA
8.1. Definição;
8.2. Divisão;
8.3. Tabela balística;
8.4. Stopping power.
9. TÁTICAS E TÉCNICAS POLICIAIS E MILITARES EMPREGADAS PARA A
SOBREVIVÊNCIA
9.1. Segurança;
9.2. Uso de cobertura e abrigo;
9.3. Planejamento e concepção;
9.4. Procedimento em área de risco;
9.5. Técnica de procedimento em patrulha em área urbana;
9.6. Técnica de procedimento em patrulha em área aberta;
9.7. Técnicas de procedimento em área de segurança;
9.8. Procedimentos em abordagens.
10. MOVIMENTAÇÃO EM ÁREA DE ALTO RISCO – PROGREDINDO E RECUANDO ENTRE
BARRICADAS E OBSTÁCULOS
O deslocamento em áreas de alto risco deve ser calculado antecipadamente
para possivelmente reconhecer áreas prejudiciais à progressão assim como
áreas que possam servir de suporte para um possível e necessário recuo.
11. AUTODEFESA
11.1. Definição de Autodefesa;
11.2. Diferença entre Luta, Artes Marciais e Autodefesa;
11.3. Correr ou Reagir;
11.4. Consciência Humana Adequada - C.H.A.;
11.5. Anatomia do Corpo Humano;
11.6. Ciência da Situação;
11.7. Controle do Medo;
11.8. Pontos Fracos do Agressor;
11.9. Técnicas de Escape;
11.10. Ferramentas para a Defesa - spray, lanterna, tasers.
12. CONDICIONAMENTO FÍSICO
Atividades de campo com o instrutor; conhecimentos de rapel; salto de
bordas; travessia a nado em regiões alagadas.
13. CONTROLE EMOCIONAL EM SITUAÇÕES DE EXTREMA TENSÃO
Atividades de campo com o instrutor; dinâmicas em grupo; estudo de vídeos.
14. DINÂMICAS EM GRUPO
As seguintes dinâmicas são aplicadas na formação do curso:
Simulação de Seqüestro
Em uma situação real de seqüestro é passado conhecimentos táticos e técnicos
de como proceder diante de tal situação e sobreviver.
Atividades Físicas
Promover o conhecimento do corpo diante de situações de campo.
Sinais
O entendimento do uso dos sinais de mãos, código fonético internacional e
rádio comunicação.
Carga Horária:
O curso tem 80 horas aula. |