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Tactical Maritime
Operations
Desde sempre o espaço marítimo internacional
necessitou de Vigilância em nível global que sugerisse, pelos menos, um
nível de Proteção e de Segurança que pudesse ser usado por todos os
marinheiros, garantindo a boa fluidez nos deslocamentos pelos mares assim
como nas relações internacionais entre as Nações. Entretanto, por não
existir uma “atmosfera” de Segurança, bandos de piratas com o fim de se
apoderarem de todos os tipos de embarcações e de cargas vão avançando por
todos os mares e ocupando lugares estratégicos no meio do transporte
marítimo internacional. Para promover uma onda de saques e seqüestros esta
rede de delinqüência marítima não hesita no momento de utilizar todo o tipo
de violência. Armados até aos dentes com todo o tipo de armas e graças a um
sofisticado sistema de radiofreqüência, identificam as suas possíveis presas
que em numerosas ocasiões, são vítimas de seqüestros e tratamentos
humilhantes chegando inclusive em alguns casos a perda de vidas.
A pirataria marítima sempre foi algo presente no comércio marítimo desde o
começo dos tempos. Sua dinâmica nos tempos sempre oscilou em três níveis de
ocorrências:
nível 1 – poucas ocorrências,
nível 2 – média quantidade de ocorrências e
nível 3 – grande quantidade de ocorrências. Importante salientar que nunca
ouve um período onde ficamos livres das ocorrências piratas.
Atualmente, especificamente nos mares próximos da Somália e Nigéria os
riscos de ataque piratas são altíssimos. Já nas águas asiáticas a atenção
deve ser redobrada assim como em águas brasileiras por incrível que pareça.
Diante de tais ameaças, na linha de frente correm riscos as embarcações, as
cargas e a tripulação em geral. Numa segunda linha correm riscos imediatos
os armadores e os proprietários das cargas. Do ano de 2000 até o presente
houve um aumento próximo a 70% em todos os tipos de ocorrências envolvendo a
pirataria marítima.
Aos olhos daqueles afastados de tais riscos, quando tomam conhecimento de
algum caso noticiado na mídia logo acham que o caso é insignificante e não
tão preocupante para sua vida – ter piratas em algum lugar do planeta
atacando navios não interfere em no meu dia a dia. Entretanto, deve ficar
claro que algo entre 75% a 90% de todo o comércio mundial ocorre por via
marítima e por causa deste número tão expressivo qualquer ameaça anômala ao
bom funcionamento das vias marítimas é muito preocupante, podendo afetar
todo o comércio mundial com alterações diretas em praticamente todos os
mercados do mundo e assim afetar “por tabela” a vida de cada habitante do
planeta.
Ciente desta ameaça global e real, várias Nações, na última década, têm
investido em Educação e Treinamentos de Grupos Especiais e de Elite que
possam ser utilizados por Governos ou ainda por Grupos Privados com a
finalidade de promover e garantir a segurança e a proteção de suas
embarcações e cargas seja em águas nacionais ou internacionais. Materiais,
acessórios e equipamentos especiais têm sido desenvolvidos e aprimorados,
serviços específicos com altíssimo nível profissional, colocados a
disposição em praticamente todos os mercados do mundo como, por exemplo,
monitoramente digital real de embarcações e cargas e assim por diante. Mas
nem tudo são louros.
Há de se mencionar neste momento o desastroso episódio das Forças de
Segurança de Israel quando tentaram tomar de assalto as seis embarcações da
frota humanitária denominada “Frota da Liberdade” matando nove tripulantes
até agora confirmados por Israel. Todavia o número certo de mortos, detidos
e feridos é inserto por ambos os lados. É importante que fique registrado
que militares de Israel logo após o desastroso episódio reconheceu os erros
na operação – e foram vários pela minha análise.
Primeiro, devo esclarecer que em operações executadas com a finalidade de
tomar de assalto embarcações em mar aberto, como era no caso, é importante
levar em consideração, pelo Serviço de Inteligência, o tamanho da
embarcação, carga e tripulação – é uma simples regras de três pontos que
definem como deve ser o assalto naval – técnico e tático. “Inteligência e
Planejamento levam ao sucesso” e, quando falta um dos dois o resultado é o
fracasso total.
A existência de filmagens, por ambos os lados, quando analisadas corroboram
com as minhas conclusões sobre o fracasso da operação. A colocação dos
militares por meio de helicópteros nas embarcações poderia ter sido mais bem
planejada. Por ter uma grande quantidade de pessoas, a espera no convés, da
descida do militares – e vale dizer que estavam muito bem preparados, seria
apropriado fazer uso de bombas de efeito moral para dispersar os grupos para
assim proporcionar um espaço seguro de inserção para a descida dos
militares.
Apesar do vendo forte é possível providenciar algum tipo de artifício que
canalize melhor o resultado das bombas de efeito moral maximizando a cortina
de fumaça no ambiente em questão por um curte tempo, mas proporcionando uma
vantagem e segurança para a descida extrema, coisa que as tropas de Israel
não tiveram. Outra sugestão poderia ainda ser a utilização da incursão
furtiva de uma pequena equipe que iria preparar o ambiente para a chegada da
segunda equipe, proveniente dos helicópteros. Houve ainda falta de “Força e
Rapidez” para conduzir o assalto. Consistência e fluxo foram rompidos o que
possibilitou uma vantagem extra aos elementos dos navios (seis no total),
possibilitando o combate corpo a corpo contra os soldados israelenses. É de
se saber que em operações militares ou policiais tidas como especiais ou de
elite, seja o inimigo quem for, deve ser subjugado e vencido antes mesmo que
ocorra qualquer tipo de confronto. Quando o contato é inevitável o uso de
armas não-letais pode ser empregado antes de se usar força letal. Vale dizer
que nos seis navios existiam 60 diferentes nacionalidades, sendo já
confirmada a morte de um norte-americano por autoridades dos EUA. “Difícil
diante de tamanha diversidade considerar todos como terroristas” e assim
justificar o uso de força letal. Neste caso em questão, uma simples operação
policial ou militar de retomada de uma embarcação pode custar sérios atritos
diplomáticos contra Israel, causando até mesmo uma intervenção internacional
– o que já está em discussão para acompanhar as investigações da causa das
mortes, ferimentos e prisões dos tripulantes e passageiros das embarcações.
Assim sendo, dos erros cometidos por Israel podemos entender que muito ainda
se deve fazer no que se refere em especial à Educação e Treinamentos para o
preparo técnico e tático das Forças de Segurança responsáveis pela condução
de ações e operações especiais conduzidas contra embarcações navais. É muito
importante que avanços nesta direção sejam realizados para se evitar que
quando outras ocorrências acontecerem – e vão acontecer, os resultados não
sejam iguais aos conquistados por Israel.
Dito e feito isto, volto a nossa análise principal, tendo como princípio o
Direito Internacional Marítimo, ponto importante, é bom neste momento,
lembrar que:
Artigo 101.º
Definição de pirataria
Constituem pirataria quaisquer dos seguintes atos:
a) Todo o ato ilícito de violência ou de detenção ou todo o ato de
depredação cometido, para fins privados, pela tripulação ou pelos
passageiros de um navio ou de uma aeronave privados, e dirigidos contra:
1) Um navio ou uma aeronave em alto mar ou pessoas ou bens a bordo dos
mesmos;
2) Um navio ou uma aeronave, pessoas ou bens em lugar não submetido à
jurisdição de algum Estado;
b) Todo o ato de participação voluntária na utilização de um navio ou de uma
aeronave, quando aquele que o pratica tenha conhecimento de fatos que dêem a
esse navio ou a essa aeronave o caráter de navio ou aeronave pirata;
c) Toda a ação que tenha por fim incitar ou ajudar intencionalmente a
cometer um dos atos enunciados na alínea a) ou b).
Artigo 103.º
Definição de navio ou aeronave pirata
São considerados navios ou aeronaves piratas os navios ou aeronaves que as
pessoas, sob cujo controle efetivo se encontrem, pretendem utilizar para
cometer qualquer dos atos mencionados no artigo 101.º Também são
considerados piratas os navios ou aeronaves que tenham servido para cometer
qualquer de tais atos, enquanto se encontrem sob o controle das pessoas
culpadas desses atos.
Artigo 104.º
Conservação ou perda da nacionalidade de um navio ou aeronave pirata
Um navio ou uma aeronave pode conservar a sua nacionalidade, mesmo que se
tenha transformado em navio ou aeronave pirata. A conservação ou a perda da
nacionalidade deve ser determinada de acordo com a lei do Estado que tenha
atribuído à nacionalidade.
Artigo 105.º
Apresamento de um navio ou aeronave pirata
Todo o Estado pode apresar, no alto mar ou em qualquer outro lugar não
submetido à jurisdição de qualquer Estado, um navio ou aeronave pirata, ou
um navio ou aeronave capturado por atos de pirataria e em poder dos piratas
e prender as pessoas e apreender os bens que se encontrem a bordo desse
navio ou dessa aeronave. Os tribunais do Estado que efetuou o apresamento
podem decidir as penas a aplicar e as medidas a tomar no que se refere aos
navios, às aeronaves ou aos bens sem prejuízo dos direitos de terceiros de
boa fé.
Artigo 106.º
Responsabilidade em caso de apresamento sem motivo suficiente
Quando um navio ou uma aeronave for apresado por suspeita de pirataria, sem
motivo suficiente, o Estado que o apresou será responsável, perante o Estado
de nacionalidade do navio ou da aeronave, por qualquer perda ou dano causado
por esse apresamento.
Artigo 107.º
Navios e aeronaves autorizados a efetuar apresamento por motivo de pirataria
Só podem efetuar apresamento por motivo de pirataria os navios de guerra ou
aeronaves militares, ou outros navios ou aeronaves que tragam sinais claros
e sejam identificáveis como navios ou aeronaves ao serviço de um governo e
estejam para tanto autorizados.
Como visto acima, apesar de parecer um lugar esquecido do resto do mundo os
mares são organizados e bem definidos aos olhos da organização e da
prudência. O Direito Internacional Marítimo ajuda em estabelecer normas e
regras para o bom convívio de todos. Mesmo assim, ainda não é suficiente.
Por isto, buscar somar esforços junto às Autoridades Nacionais e
Internacionais, desenvolvendo um “Método e um Conceito Próprio” que
preparasse tanto os Operadores Públicos como os Privados para o trabalho em
Segurança Marítima e Portuária para fazerem frente às ameaças atuais e aos
desafios futuros do Brasil seja em suas águas externas ou internas do
continente é prioridade nacional. Cuidar da Amazônia Azul antes que piratas
tomem conta é o alerta que eu faço antes que seja tarde demais. Entenda
porque desta preocupação:
O Brasil, ao anunciar suas imensas riquezas naturais assim como há grande
necessidade que temos em desenvolver nosso comércio internacional por meio
dos portos nacionais se torna alvo de grupos criminosos e de traficantes
como já o é podendo até mesmo, em algum momento pior, ser ameaçado por
grupos terroristas além é claro de despertar o interesse de outras Nações
que podem ter ambições escusas. Explorar e utilizar as riquezas do Brasil se
faz necessário e ter capacidade elevada em Segurança e Defesa deve ser
diretriz número um.
Só para citar alguns números, o Brasil já tornou público que a Petrobras vai
compra 28 navios-sondas por um total de R$ 50 bilhões de reais sendo a maior
licitação da Petrobrás nos últimos tempos a ser realizada.
Já somos a quinta maior carteira de encomendas do mundo de navios
petroleiros. Estamos atrás apenas da Coréia, China e Japão. Hoje, os
estaleiros nacionais estão trabalhando em capacidade total. Diante do
aumento de encomendas, há projetos para a implantação de 17 estaleiros e a
expansão de outros cinco. Esclareço aqui agora para entender melhor o atual
mercado nacional que a construção naval brasileira é voltada para a
logística do petróleo (transporte, exploração, produção e serviços offshore).
Por isso, com a constatação das agências internacionais de que a demanda
mundial diária de petróleo tem estimativa de atingir 106 milhões de barris
dias em 2030, tem grande repercussão na demanda de navios e equipamentos.
Isto explicaria, em partes, as encomendas bilionárias da Petrobras
envolvendo petroleiros, plataformas, sondas, embarcações de apoio e outros
mais que chegam a US$ 17 bilhões, numa primeira etapa (entre 2009 e 2010),
podendo ir a US$ 40 bilhões até 2012. Hoje, existem 258 unidades flutuantes
em operação no mundo. A Petrobras tem 50, próprias e sob contrato. É a
empresa petroleira com maior atividade na produção de petróleo offshore, que
ocorre sobre a plataforma continental, ou seja, mais próximo da costa.
O Programa de Modernização da Frota de Petroleiros (Promef), da Transpetro -
subsidiária da Petrobras que foi iniciado em 2005, com a licitação de 26
embarcações na primeira fase, totalizando US$ 2,5 bilhões em investimentos e
a segunda fase, que já está em andamento, prevê o lote de mais 23 navios de
médios e grandes portes com investimentos que devem chegar a US$ 1,5 bilhão.
É bom lembrar que no dia 7 de maio de 2010 já foi lançado ao mar o primeiro
petroleiro, de um total de 49 navios encomendados pela Transpetro. Os
contratos em vigor, hoje, somam US$ 6 bilhões. O Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no papel de principal
financiador dos investimentos de longo prazo da indústria e da
infraestrutura no Brasil, informa também que 195 embarcações estão
contratadas ou com construção anunciada. Somando as encomendas em carteira
nos estaleiros a esses novos investimentos, a indústria naval deve
movimentar R$ 55 bilhões nos próximos anos, o que coloca o Brasil na sexta
posição do ranking mundial de investimentos no Setor.
Há ainda a demanda de 48 plataformas de produção que devem ser construídas
pela empresa petroleira privada OGX. A construção será no Estaleiro OSX, em
Santa Catarina.
Localmente até 2014, a Petrobras investirá, no Estado do Espírito Santo, R$
40,6 bilhões em diversos projetos que envolvem, além de novas plataformas
nos campos do Litoral Sul, gasoduto marítimo, terminal portuário para apoio
às plataformas e terminal aquaviário para embarque de gás de cozinha e C5+
(refere-se a misturas líquidas de hidrocarbonetos com cinco ou mais átomos
de carbono). A estatal anunciou que deve investir um total entre US$ 200
bilhões e US$ 220 bilhões no período, o que significa que o Estado ficará
com uma fatia entre 10% e 11,15% do total dos investimentos. O primeiro
projeto incluído nesse investimento é o FPSO Capixaba, navio-plataforma.
Também neste ano - 2010, em novembro, a estatal espera colocar em operação,
no campo de Jubarte, em poços na camada do pós-sal, a primeira plataforma
com capacidade de produção de 180 mil barris por dia. A P-57, convertida em
Cingapura, está agora (junho de 2010) em Angra dos Reis recebendo os
equipamentos de produção e armazenagem.
Até o final do ano, também estará pronta a fase III da Unidade de Tratamento
de Gás de Cacimbas (UTGC), em Linhares. Os investimentos na região
permitirão que a estatal chegue à produção de 20 milhões de m3 por dia de
gás, até 2015. Para isso, contará com a Unidade de Tratamento de Gás Sul
Capixaba (UTG Sul), o campo só de gás, de Caxaréu, que entra em operação
neste ano e a otimização do campo de Camarupim, também só de gás.
Os investimentos da Petrobras envolvem ainda o gasoduto Sul Norte Capixaba,
que terá cerca de 200 km e ligará o Parque das Baleias ao campo de Golfinho,
no Litoral Norte. Esse gasoduto levará o gás dos campos do pré-sal para ser
processado na UTGC, em Linhares.
Todas as obras de preparação dos poços, gasodutos, unidades de tratamento de
gás, além da construção da sede da Petrobras em Vitória devem injetar na
economia capixaba, até o final de 2010, cerca de R$ 3,8 bilhões, resultante
de compras de bens e serviços.
Fora da área petrolífera, com a expansão da economia e do transporte de
cabotagem, encomendas de mais navios porta-contêineres são esperadas. Neste
ano, por exemplo, a Log-In Logística Intermodal, empresa com soluções
integradas para a movimentação portuária e transporte de contêineres porta a
porta, investirá R$ 334,9 milhões na construção de navios no Estaleiro Ilha
(Eisa), sendo R$ 171,8 milhões para os navios porta-contêiner e R$ 163,1
milhões para os navios graneleiros para transporte de bauxita.
Devemos considerar ainda de acordo ainda com o Ministério da Justiça os 226
portos e terminais em todo o país – (dados de 2008) que coroam todo o nosso
patrimônio. Com relação a portos e terminais vale a pena chamar atenção para
o Porto de Santos. Hoje é sozinho responsável por 25% do comércio exterior
do país. Apenas em maio, movimentou até agora (17/06/2010) 8,959 milhões de
toneladas, o maior volume mensal em seus 118 anos. Assim, a previsão de 89
milhões de toneladas da Codesp para 2010 deve ser superada. Esses números
ficam mais expressivos quando mencionasse que diariamente circulam pelo cais
uma média de 14 mil caminhões. A espera para despachar cargas pode chegar a
30 horas. O transporte rodoviário responde por 81% de tudo o que chega ao
porto santista. Por tudo isto, a Codesp está investindo cerca de R$ 457
milhões para reformar a via da margem direita do porto. Para diminuir o
problema total deverá ser necessária a realização das mesmas obras do lado
esquerdo também, exigindo novos investimentos.
Proteger toda esta riqueza nacional é dever constitucional e direito de
todos e mais que isto devemos ter competência para fazer isto. O
Conhecimento que deve ser adotado para Educar os profissionais responsáveis
por cuidar de todo este valor deve ser de origem nacional, igualável ou
mesmo superior ao de outros países tendo em vista que muitas Nações possuem
investimentos no Brasil e também querem proteção e segurança para suas
aplicações.
Por tudo isto, colaborando com o bem estar do Setor e ajudando as
Autoridades Nacionais em manter a proteção e a segurança é que surgi o curso
Tactical Maritime Operations. Com objetivos bem definidos tem como
finalidade preparar melhor os diversos profissionais, públicos e privados,
para atuarem de forma consciente e com Excelência.
O curso tem duração de quarenta horas sendo totalmente prático e com a
realização de simulações reais e dinâmicas em vários ambientes. Dividido em
três módulos busca-se, como é de costumo dentro da Educação oferecida pelo
TDA 3, as melhores condições didáticas pedagógicas para proporcionar uma
certificação ampla e condizente com a atualidade do cenário nacional e
internacional.
Destaque para a utilização de equipamentos de simulacro da
marca Real Action Paintball que simulam o mais próximo da realidade os
principais modelos de armas de fogo melhor empregadas para missões
policiais, militares e de segurança armada.
A aplicação do EXTREME SPECIAL
OPS MISSION também se soma como diferencial do curso.
Assim temos:
Módulo I
História da pirataria;
Áreas atuais sob ameaças da pirataria naval;
Golfo de Áden;
Somália;
Golfo da Guiné;
Nigéria.
Módulo II
Avaliações e estudos dos métodos piratas adotados;
O ataque contra a Frota da Liberdade;
Contramedidas.
Módulo III
Organização e função operacional;
Embarque e desembarque;
Fatores de stress operacional;
Deslocamento tático embarcado;
Técnicas em baixa luminosidade;
Busca e localização de ameaças;
Inspeção de carga;
Inspeção em contêineres no mar (em navios) e na terra;
Controle de tripulação;
Imobilização e condução de suspeitos;
Técnicas de tomada de postos;
Comunicações;
Embarcações táticas;
Inserção e Extração;
Treinamentos Simulados - Operação Somali.
Os formados estarão capacitados com as melhores técnicas e táticas para o
desenvolvimento de suas ações e atividades profissionais voltadas para a
proteção e segurança marítima. O curso por ser moldado de forma global, pode
ser disponibilizado para qualquer país que deseje Educar suas Forças de
Defesa e Segurança.
Todos os ensinamentos do curso são aplicados de acordo com as próprias
Políticas Educacionais do TDA 3 que buscam aprimorar e desenvolver nos
alunos qualidades necessárias para o correto emprego de suas ações e
atividades em um ambiente onde as ameaças e os riscos ocorrem de maneira
rápida e inesperada.
As ameaças atuais e os desafios futuros são vários e verdadeiros. A
preparação por meio de uma Educação com Excelência é a chave para garantir
Proteção e Segurança para as atividades realizadas nas costas e nos mares de
cada Nação. É Direito de cada país buscar os meios necessários para
sustentar sua Soberania. Também é importante ressaltar a mútua colaboração
com os países amigos no que diz respeito para prevenção de ataques
terroristas em portos ou embarcações, assim como o transporte de armas,
drogas e explosivos ou ainda de suspeitos e criminosos entre portos. Há
ameaça real pode estar mais próxima e debaixo de nossos próprios olhos.
Finalizo aqui com o lema dos escoteiros que fecha bem este material: “Sempre
Alerta”.
Carga Horária:
O curso tem 40 horas aula. |