Como
era
no princípio?
Até recentemente,
Austin provia atendimento médico como a
maioria das equipes: comunicando a
necessidade de assistência médica de
emergência da cidade. O serviço médico
de emergência mais próximo respondia a
chamada e se posiciona no perímetro da
operação aguardando o momento de agir.
Assim que a situação estava resolvida e
o local seguro, os paramédicos eram
chamados e providenciavam a assistência
necessária para civis, policiais e
suspeitos.
A desvantagem
desse sistema é que normalmente a
resposta da equipe de paramédicos é
diferente para cada operação. Eles não
estão familiarizados com o ambiente da
SWAT e nem equipados para tal. Deixá-los
então de fora desse perigoso meio foi
uma sábia decisão.
Há também a
diferença de tempo entre a comunicação
do chamado, chegada dos médicos e
remoção dos feridos, o que pode em muito
prejudicar no tratamento do ferido
devido a esses minutos perdidos.
Mesmo com o
sistema completamente seguro e que
satisfaça as necessidades básicas e
responsabilidades para proporcionar
rapidamente um suporte médico, a equipe
da SWAT percebeu a necessidade de
desenvolver uma resposta mais imediata e
progressiva à necessidade de socorro
médico.
Era preciso, então,
pessoas familiarizadas com o ambiente da
SWAT e que estivessem bem treinadas e
equipadas para efetuar imediatamente o
atendimento necessário.