Integração.
Foi necessário
criar uma estratégia de integração de
recursos médicos vindos de duas cidades
que são essencialmente dedicadas a mesma
missão de salvar vidas.
Então, a SWAT de
Austin se reuniu se reuniu com a equipe
médica tática de Austin e criou um
modelo prático de integração. O desafio
está em engrenar e fazer com que equipes
distintas possam trabalhar em conjunto
e, ao mesmo tempo, manter sua
integridade operacional.
Primeiramente é
preciso criar um mecanismo de
planejamento fiscal para garantir que as
agências médicas fiquem em “pé de
igualdade” orçamentária.
Os uniformes e
equipamentos iniciais necessários foram
repartidos igualmente entre as agências.
Sendo que a equipe de Austin já possuía
algum equipamento disponível desde que a
unidade de resgate deles é capaz de
resgates técnicos e aquáticos e equipe
da SWAT estava capaz de satisfazer as
necessidades adicionais como: capacetes,
coletes à prova de balas e máscaras de
gás, por exemplo.
O salário dos
paramédicos capazes de responder a
incidentes de alto risco era outro item
do orçamento e estava determinado que o
programa utilizaria aqueles oficiais que
já estivessem no serviço.
De acordo com a
rotação e escala do serviço médico
tático das equipes envolvidas, seriam
necessária nove posições (oficiais) para
que ao menos duas estivessem em serviço
por dia.
Pela simplicidade
logística e vantagem geográfica, todos
os nove paramédicos selecionados
pertenciam ao mesmo centro de
emergências médicas, localizado no
centro de Austin (os paramédicos de
Austin respondem em média, entre 7 e 12
chamadas por dia, 230 por mês).
Para a
implementação de um programa de sucesso,
deve-se recrutar a equipe certa. O
programa é voluntário e os interessados
devem estar empregados como paramédicos
por no mínimo 1 ano em Austin ou Travis,
e devem ser ótimo médicos clínicos.