Nos últimos meses a televisão brasileira não para de
noticiar o aumentou terrivelmente do número de policiais
assassinados em nosso país, principalmente nas grandes
cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. São emboscadas,
falta de equipamentos, educação e treinamentos feitos com
pouca freqüência e muitas vezes jornadas duplas. Seja como
for, em serviço ou não, nossos policiais estão morrendo
mais e mais e isto é assustador e inadmissível.
Ser policial é trabalhar em uma profissão de altíssimo
risco e, hoje em dia no Rio de Janeiro principalmente,
onde os criminosos dispõem de armamentos de alta
letalidade e matam simplesmente por matar, esse risco é
ainda bem maior.
Essa situação nos leva a percepção sinistra de que estamos
no meio de uma guerra, em que os combatentes da Lei e da
Ordem confrontam-se com soldados do crime organizado e
narcotráfico no quintal de nossas casas, em escolas e
hospitais, transformado nossas ruas e esquinas em um
território hostil.
Essa convivência acaba por transformar a morte de pessoas,
principalmente de policiais, numa situação banal e comum
no qual todas as cidades grandes estão sujeitas. Esse
cenário quase comum, que cria uma banalização da morte e
da vida deve ser desprezado e tratado como uma doença já
que a perda de uma vida não tem preço e mais ainda a vida
de um cidadão que colocou a sua em risco para proteger a
nossa.
Esse quadro tem de mudar e isto só vai ocorrer com a ajuda
de todos. O Governo Federal tem proposto em todo país uma
Política de Segurança baseada na coordenação, na
Inteligência, na qualificação dos policiais e na soma de
esforços. Isto já é um grande avanço e um dos primeiros
passos para começar a construir uma relação de confiança e
cooperação entre os cidadãos e a polícia, fator
determinante para diminuir nossa insegurança e violência.
Nós do TDA 3 também acreditamos neste tipo de política:
coordenação, Inteligência e qualificação dos policiais
como forma de combater imediatamente a criminalidade
brasileira e internacional.
Podemos ainda acrescentar Operações que maximizem a
eficiência e minimizem os riscos, realizando ações que
priorizem o planejamento, a analise minuciosa das
informações, a Inteligência, não expondo
desnecessariamente policiais e moradores.
Nossos treinamentos também ajudam a evitar entradas
desguarnecidas de poucos policiais em situações onde os
quais tenham poucas ou imprecisas informações de ambientes
fechados, técnicas de estancamento tático no qual o
suspeito pode ser imobilizado e transportado para um local
adequado, táticas defensivas, sobrevivência na selva e
operações ribeirinhas só para citar alguns.
Esperamos que não só o Governo olhe para a segurança com
olhos abertos mas também a sociedade em geral que pode
contribuir muito com apoio e reconhecimento ao trabalho
destes homens que chamamos de policiais.
Acreditando neste quadro de mudanças e melhorias
educacionais, de treinamentos, de aquisições de
equipamentos mais modernos e atuais esperamos combater o
crime organizado e a insegurança em todo o nosso país.